terça-feira, 12 de junho de 2012

 12 de Junho Dia  contra o Trabalho Infantil
Os alunos da EMEF Joaquim Rufino de Oliveira juntamente com os alunos da Sala de Recursos Multifuncional participaram das atividades em comemoração ao Dia contra o trabalho Infantil.
A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e a dignidade como pessoas humanas.


terça-feira, 5 de junho de 2012

Dia do Meio Ambiente
Preservar o meio ambiente é muito importante para que possamos ter um planeta saudável e rico em recursos naturais no futuro.
Pensando nisso, e por está trabalhando o Projeto sobre o Meio Ambiente - Eu e as Plantas, alunos e professores da Sala de Rec ursos Multifuncionais da EMEF Joaquim Rufino de Oliveira e a Escola 18 de Dezembro, realizamos uma aula de campo no Rancho Mandala com o objetivo de estudarmos a diversidade de plantas existentes no local. Foi um momento enriquecedor para os nossos alunos. Portanto, se cada um colaborar na preservação do meio ambiente, todos fazendo um pouquinho, podemos contribuir para um mundo melhor.


domingo, 3 de junho de 2012


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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Atividades de rotina


Atividades de rotina realizadas na sala de Recursos Multifuncionais
Trabalhando com o alfabeto móvel

Dia do Desafio

A Escola Joaquim Rufino de Oliveira nesta manhã do Dia do Desafio realizou uma caminhada até o calçadão com a participação de alunos, professores, Núcleo Gestor  o todos os funcionários da referida escola.
Os alunos da Sala de Recursos Multifuncionais juntamente com professores e ajudantes marcaram presença e participaram ativamente das atividades realizadas.





quinta-feira, 24 de maio de 2012

"Todo e qualquer empreendimento que vise à inclusão só terá bons resultados quando o diferente for aceito como parte integrante e indissolúvel do ser humano"
francisco Gonçalves, Clara Gonçalves e Paulo Santos 2010

terça-feira, 22 de maio de 2012


LEIS
Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente

Lei nº 10.098/94 - Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências

Lei nº 10.436/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências
DECRETOS

Decreto Nº 186/08 - Aprova o texto da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e de seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova Iorque, em 30 de março de 2007

Decreto nº 6.949 - Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007
Decreto Nº 6.214/07 - Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devido à pessoa com deficiência
Decreto Nº 6.571/08 - Dispõe sobre o atendimento educacional especializado - AEE
Decreto nº 5.626/05 - Regulamenta a Lei 10.436 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS
Decreto nº 5.296/04 - Regulamenta as Leis n° 10.048 e 10.098 com ênfase na Promoção de Acessibilidade
Decreto nº 3.956/01 – (Convenção da Guatemala) Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência
PORTARIAS

Portaria nº 976/06 - Critérios de acessibilidade os eventos do MEC - txt | pdf
Portaria nº 3.284/03 - Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições - txt | pdf

RESOLUÇÕES
Resolução nº4 CNE/CEB - pdf
DOCUMENTOS INTERNACIONAIS

Convenção ONU Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência 2007.
Carta para o Terceiro Milênio- txt | pdf
Declaração de Salamanca- txt | pdf
Convenção da Guatemala- txt | pdf
Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes- txt | pdf
Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão- txt | pdf
Palavras-chave: Legislação, Secadi

Alunos com necessidades especiais


As diferenças são iguais


O entrevistado do Prova dos 9, Cláudio Miranda, é psicopedagogo clínico, formado pelo Hospital
das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP. Além disso, ele atua em consultório


Você considera que a escola exclui quando trata todos de maneira “igual”,usando a mesma metodologia para todos?

Do ponto de vista da aprendizagem e seus processos, não há um aluno sequer que seja igual ao outro na sala de aula. Quando se trata da inclusão, essa diferença se
torna mais evidente. Por isso, pode- se dizer, sim, que há um tipo de exclusão quando a escola trata os alunos igualmente, dentro de uma mesma metodologia. O aluno portador de necessidades especiais precisa de cuidados e atenção diferenciada.

Como são as aulas em uma escola realmente inclusiva? Qual é a postura do professor que busca incluir seus alunos?

Uma escola ou um professor com postura de inclusão tem, na verdade, uma atitude
de aceitação. Então ele providenciará recursos e metodologia que garanta uma melhor aprendizagem para aquele aluno que tem dificuldade. O aluno faz prova, mas tem assistência do professor. Ele tem trabalhos e pesquisa que vão garantir uma melhor aprendizagem e uma nota maior no seu boletim. Um professor inclusivista sabe que a perda acadêmica também afeta o aluno psico-afetivamente e fará o que for necessário para o aprendizado do aluno. 

Quais são os princípios básicos para que a inclusão realmente aconteça?

No meu entendimento, o amor e a aceitação. Depois disso vem à metodologia, os recursos de ensino e os treinamentos de professores. Quem não é capaz de
amar uma criança, provavelmente terá dificuldade em fazer com que seu aluno aprenda algo.

De que forma os alunos com necessidades especiais devem ser avaliados? Que parâmetros o professor deve seguir nesse momento?

Esses alunos devem ser avaliados de forma diferenciada e variada. Deve-se usar
provas, provas com consulta, trabalhos de casa, pesquisa nos livros e na internet, prova oral, etc.




Sugestões que facilitarão o trabalho do professor
Como interagir com o aluno portador de necessidades especiais
_ Dividir a aula em espaços de exposição, seguido de uma “discussão” e síntese ou jogo pedagógico para melhor assimilação do conteúdo com menor cansaço e estresse.
_ Dar “dicas” e orientar o aluno sobre como organizar-se e realizar atividades na carteira.
_ Elaborar enunciados curtos com linguagem objetiva para ajudá-lo a decodificar o texto.
_ Sempre que necessário subdividir o texto em partes, assim como as questões.
_ Valorizar os acertos.
_ Estar atento na hora da execução de uma tarefa que seja realizada por escrito,
pois, seu ritmo pode ser mais lento, por apresentar dificuldade quanto
à orientação e mapeamento espacial, entre outras razões.
_ Observar como ele faz as anotações do quadro e auxiliá-lo a se organizar.
_ Desenvolver hábitos que estimulem o aluno a fazer uso de uma agenda para recados e lembretes.
_ Na hora de dar uma explicação usar uma linguagem direta, clara e objetiva e verificar se ele entendeu.
_ Permitir nas séries iniciais o uso de tabuadas, material dourado, ábaco. E para alunos que estão em séries mais avançadas, o uso de fórmulas, calculadora, gravador e outros recursos, sempre que necessário.
_ É um equívoco insistir em exercícios de “fixação”: repetitivos e numerosos, isto não diminui sua dificuldade. É melhor fazer poucos exercícios e bem feitos.
_ Entender que ele não é “preguiçoso” e “malandro” gratuitamente. Ele sofre
de um distúrbio comportamental que o impede de dar respostas acadêmicas e
comportamentais adequadas à sua idade e nível evolutivo.

Como avaliar um aluno portador de necessidades especiai s ?

Um aluno com um quadro de dislexia e ou TDA-H não tem um processamento
da informação da mesma forma que um aluno dito normal. Portanto, ele precisará de atendimento diferenciado no que se refere à avaliação acadêmica adotando-se os seguintes procedimentos:
_ Quando submetido à avaliação escrita deverá dispor de até uma hora a mais do tempo regular, para que possa concluí-la.
_ A avaliação deverá ser diferenciada, principalmente no que se refere a erros
ortográficos.
_ Recomenda-se permitir o uso de calculadoras e/ou tabuada em atividades de sala de aula e avaliações.
_ A avaliação poderá ser realizada em ambiente calmo e isolado quando necessário.
_ A avaliação deverá ser feita oralmente, caso seja preciso.
_ Se necessário, o avaliador poderá ler parte ou toda a prova de acordo com a solicitação e necessidade do aluno.
_ O aluno poderá consultar fórmulas durante exercícios e provas, sempre que necessitar.
_ O processo de avaliação deverá ser processual e contínuo também, e não apenas em um momento único com o uso da prova escrita.
_ Sugere-se a aplicação de trabalhos e pesquisas periódicas para casa ou no próprio ambiente da escola no intuito de aumentar o conhecimento do aluno
e melhorar seu rendimento acadêmico (nota).
Considerações finais
_ É muito importante que a equipe pedagógica da escola assista ao aluno com dificuldade no decorrer do processo educativo para que ele e o próprio professor não vivam o estresse de ter que recuperar notas do ano num período curto de final de ano.
_ Recuperações isoladas em mês de férias não costumam surtir efeito positivo,
geram mais ansiedade e exposição das suas dificuldades e limitações.
_ Essa postura de ajuda ao aluno evitará que ele incorpore o fracasso advindo de seguidas perdas acadêmicas e psicoafetivas que poderiam prejudicar o seu crescimento e aprendizado.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Oração do aluno especial
"Bem aventurados os que compreendem o meu estranho passo a caminhar.
Bem aventurados os que compreendem que ainda que meus olhos brilhem, minha mente é lenta.
Bem aventurados os que olham e não veem a comida que deixo cair fora do prato.
Bem aventurados os que com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.
Bem aventurados os que nunca se lembram que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.
Bem aventurados os que compreendem que me é difícil converter em palavras os meus pensamentos.
Bem aventurados os que me escutam, pois eu também tenho algo a dizer.
Bem aventurados os que sabem que meu coração sente, embora eu não possa expressar.
Bem aventurados os que me amam como sou, tão somente como sou, e não como eles gostariam que eu fosse".

Cemita/2010