Trabalhando com o alfabeto móvel
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Dia do Desafio
A
Escola Joaquim Rufino de Oliveira nesta manhã do Dia do Desafio realizou
uma caminhada até o calçadão com a participação de alunos, professores,
Núcleo Gestor o todos os funcionários da referida escola.
Os
alunos da Sala de Recursos Multifuncionais juntamente com professores e ajudantes
marcaram presença e participaram ativamente das atividades realizadas.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
LEIS
Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do
Adolescente
Lei nº 10.098/94 - Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências
Lei nº 10.436/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências
Lei nº 10.098/94 - Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências
Lei nº 10.436/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências
DECRETOS
Decreto Nº 186/08 - Aprova o texto da Convenção
sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e de seu Protocolo Facultativo,
assinados em Nova Iorque, em 30 de março de 2007
Decreto nº 6.949 - Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007
Decreto nº 6.949 - Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007
Decreto
Nº 6.214/07 -
Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devido à
pessoa com deficiência
Decreto
Nº 6.571/08 - Dispõe
sobre o atendimento educacional especializado - AEE
Decreto
nº 5.626/05 -
Regulamenta a Lei 10.436 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais -
LIBRAS
Decreto
nº 5.296/04 -
Regulamenta as Leis n° 10.048 e 10.098 com ênfase na Promoção de Acessibilidade
Decreto
nº 3.956/01 –
(Convenção da Guatemala) Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação
de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência
PORTARIAS
Portaria
nº 976/06 - Critérios de acessibilidade os eventos do MEC - txt | pdf
Portaria nº 3.284/03 - Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições - txt | pdf
Portaria nº 3.284/03 - Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições - txt | pdf
Resolução
nº4 CNE/CEB - pdf
DOCUMENTOS
INTERNACIONAIS
Convenção ONU Sobre os Direitos das
Pessoas com Deficiência 2007.
Carta
para o Terceiro Milênio- txt | pdf
Declaração de Salamanca- txt | pdf
Convenção da Guatemala- txt | pdf
Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes- txt | pdf
Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão- txt | pdf
Declaração de Salamanca- txt | pdf
Convenção da Guatemala- txt | pdf
Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes- txt | pdf
Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão- txt | pdf
Palavras-chave: Legislação, Secadi
Alunos com necessidades especiais
As diferenças são iguais
O
entrevistado do Prova dos 9, Cláudio Miranda, é psicopedagogo
clínico, formado pelo Hospital
das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP. Além disso, ele atua em consultório
das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP. Além disso, ele atua em consultório
Você
considera que a escola exclui quando trata todos de maneira
“igual”,usando a mesma metodologia para todos?
Do
ponto de vista da aprendizagem e seus processos, não há um aluno
sequer que seja igual ao outro na sala de aula. Quando se trata da
inclusão, essa diferença se
torna
mais evidente. Por isso, pode- se dizer, sim, que há um tipo de
exclusão quando a escola trata os alunos igualmente, dentro de uma
mesma metodologia. O aluno portador de necessidades especiais precisa
de cuidados e atenção diferenciada.
Como
são as aulas em uma escola realmente inclusiva? Qual é a postura do
professor que busca incluir seus alunos?
Uma
escola ou um professor com postura de inclusão tem, na verdade, uma
atitude
de
aceitação. Então ele providenciará recursos e metodologia que
garanta uma melhor aprendizagem para aquele aluno que tem
dificuldade. O aluno faz prova, mas tem assistência do professor.
Ele tem trabalhos e pesquisa que vão garantir uma melhor
aprendizagem e uma nota maior no seu boletim. Um professor
inclusivista sabe que a perda acadêmica também afeta o aluno
psico-afetivamente e fará o que for necessário para o aprendizado
do aluno.
Quais
são os princípios básicos para que a inclusão realmente aconteça?
No
meu entendimento, o amor e a aceitação. Depois disso vem à
metodologia, os recursos de ensino e os treinamentos de professores.
Quem não é capaz de
amar
uma criança, provavelmente terá dificuldade em fazer com que seu
aluno aprenda algo.
De
que forma os alunos com necessidades especiais devem ser avaliados?
Que parâmetros o professor deve seguir nesse momento?
Esses
alunos devem ser avaliados de forma diferenciada e variada. Deve-se
usar
provas,
provas com consulta, trabalhos de casa, pesquisa nos livros e na
internet, prova oral, etc.
Sugestões
que facilitarão o trabalho do professor
Como
interagir com o aluno portador de necessidades especiais
_
Dividir a aula em
espaços de exposição, seguido de uma “discussão” e síntese
ou jogo pedagógico para melhor assimilação do conteúdo com menor
cansaço e estresse.
_
Dar “dicas” e
orientar o aluno sobre como organizar-se e realizar atividades na
carteira.
_
Elaborar
enunciados curtos com linguagem objetiva para ajudá-lo a decodificar
o texto.
_
Sempre que
necessário subdividir o texto em partes, assim como as questões.
_
Valorizar os
acertos.
_
Estar atento na
hora da execução de uma tarefa que seja realizada por escrito,
pois,
seu ritmo pode ser mais lento, por apresentar dificuldade quanto
à
orientação e mapeamento espacial, entre outras razões.
_
Observar como ele
faz as anotações do quadro e auxiliá-lo a se organizar.
_
Desenvolver
hábitos que estimulem o aluno a fazer uso de uma agenda para recados
e lembretes.
_
Na hora de dar uma
explicação usar uma linguagem direta, clara e objetiva e verificar
se ele entendeu.
_
Permitir nas
séries iniciais o uso de tabuadas, material dourado, ábaco. E para
alunos que estão em séries mais avançadas, o uso de fórmulas,
calculadora, gravador e outros recursos, sempre que necessário.
_
É um equívoco
insistir em exercícios de “fixação”: repetitivos e numerosos,
isto não diminui sua dificuldade. É melhor fazer poucos exercícios
e bem feitos.
_
Entender que ele
não é “preguiçoso” e “malandro” gratuitamente. Ele sofre
de
um distúrbio comportamental que o impede de dar respostas acadêmicas
e
comportamentais
adequadas à sua idade e nível evolutivo.
Como
avaliar um aluno portador de necessidades especiai s ?
Um
aluno com um quadro de dislexia e ou TDA-H não tem um processamento
da
informação da mesma forma que um aluno dito normal. Portanto, ele
precisará de atendimento diferenciado no que se refere à avaliação
acadêmica adotando-se os seguintes procedimentos:
_
Quando submetido à
avaliação escrita deverá dispor de até uma hora a mais do tempo
regular, para que possa concluí-la.
_
A avaliação
deverá ser diferenciada, principalmente no que se refere a erros
ortográficos.
_
Recomenda-se
permitir o uso de calculadoras e/ou tabuada em atividades de sala de
aula e avaliações.
_
A avaliação
poderá ser realizada em ambiente calmo e isolado quando necessário.
_
A avaliação
deverá ser feita oralmente, caso seja preciso.
_
Se necessário, o
avaliador poderá ler parte ou toda a prova de acordo com a
solicitação e necessidade do aluno.
_
O aluno poderá
consultar fórmulas durante exercícios e provas, sempre que
necessitar.
_
O processo de
avaliação deverá ser processual e contínuo também, e não apenas
em um momento único com o uso da prova escrita.
_
Sugere-se a
aplicação de trabalhos e pesquisas periódicas para casa ou no
próprio ambiente da escola no intuito de aumentar o conhecimento do
aluno
e
melhorar seu rendimento acadêmico (nota).
Considerações
finais
_
É muito
importante que a equipe pedagógica da escola assista ao aluno com
dificuldade no decorrer do processo educativo para que ele e o
próprio professor não vivam o estresse de ter que recuperar notas
do ano num período curto de final de ano.
_
Recuperações
isoladas em mês de férias não costumam surtir efeito positivo,
geram
mais ansiedade e exposição das suas dificuldades e limitações.
_
Essa postura de
ajuda ao aluno evitará que ele incorpore o fracasso advindo de
seguidas perdas acadêmicas e psicoafetivas que poderiam prejudicar o
seu crescimento e aprendizado.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Oração do aluno especial
"Bem aventurados os que compreendem o meu estranho passo a caminhar.
Bem aventurados os que compreendem que ainda que meus olhos brilhem, minha mente é lenta.
Bem aventurados os que olham e não veem a comida que deixo cair fora do prato.
Bem aventurados os que com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.
Bem aventurados os que nunca se lembram que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.
Bem aventurados os que compreendem que me é difícil converter em palavras os meus pensamentos.
Bem aventurados os que me escutam, pois eu também tenho algo a dizer.
Bem aventurados os que sabem que meu coração sente, embora eu não possa expressar.
Bem aventurados os que me amam como sou, tão somente como sou, e não como eles gostariam que eu fosse".
Cemita/2010
A Sala de Recursos Multifuncinal, funciona na Escola Joaquim Rufino de Oliveira, nos turnos manhã e tarde, atende alunos com deficiência física, deficiência intelectual, síndrome do down. O número de atendimentos semanais varia de caso para caso. O professor vai prolongar o tempo ou antecipar o desligamento do aluno do AEE, conforme a evolução do mesmo.
Professora Antonia Lmeida
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Comemoração do Dia das Mães
A Sala de Recursos Multifuncional comemou nesta quinta-feira dia 10 de maio o Dia das mães.
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